Concentração para estudar: o papel da adrenalina

Você já ouviu falar em “curva do foco”? Faz ideia de como ela pode ser importante para melhorar a sua concentração nos estudos?

No livro “Find your focus zone”, escrito por Lucy Jo Paladino, é explicado e aprofundado o estudo desse tema.

Como podemos interpretar e compreender finalmente essa curva do foco?

Vamos analisar primeiro, que existem dois eixos nesse gráfico, um deles é o eixo vertical, que é o da atenção, ou seja, quanto maior ele, maior nossa atenção e melhor o desempenho.

O eixo horizontal se baseia na motivação, mostrando o quanto estamos energizados para fazer tal tarefa.

Isso se conecta com uma substância no nosso cérebro que se chama adrenalina, importantíssima para compreendermos mais sobre esse gráfico do foco.

É importante saber que é a adrenalina que delimita o grau de motivação que temos para fazer qualquer tipo de atividade.

Quando ela está baixa, classifica-se como o famoso tédio, aquela vagarosidade para fazer o exercício e a falta de motivação não desperta nada que o faça ter motivos de continuar.

A adrenalina num grau alto, atinge o padrão de inquietação, nos põe em estado de ansiedade, por exemplo, quando estamos esperando a nota de alguma prova, ou até mesmo em casos de não conseguir parar quieto para focar nos estudos.

Para conseguir um rendimento bom nos estudos temos que equilibrar esses níveis de adrenalina, relaxar ou dar uma agitada, para nos colocarmos a maior parte do tempo na “zona do foco”.

Tome como exemplo algum curso ou atividade que você faz ou fazia, que te desperta um sentimento agradável de motivação, deixando o fluxo te levar até lá. Nesse estado você nem sequer percebendo a passagem do tempo.

Para atingir esse nível de concentração relaxada, dentro da curva do foco, tem que ser levado em conta o momento que a pessoa vive.

Por exemplo, se você está muito entediado, sem energia, a dica é fazer algum exercício físico antes da atividade.

Essa atividade pode ser tão simples quanto fazer uns 50 polichinelos, o importante é se mexer!

A atividade física vigorosa (dentro dos limites do corpo de cada um, claro!) eleva a adrenalina e nos torna mais dispostos.

Por outro lado, se o caso foi inquietação, nervosismo ou ansiedade, o recomendado é encontrar alguma coisa que ajude a diminuir essa energia toda que está no seu corpo.

Uma sessão de relaxamento é interessante, existem diversos vídeo no YouTube que ensinam a relaxar em poucos minutos.

Tomar um banho ou fazer uma breve meditação também são ótimas formas de nos livrarmos da ansiedade que nos deixa inquietos e sem concentração.

Para entender melhor tudo isso, não deixe de assistir o vídeo lá em cima.

E depois, participe da discussão, deixando o seu comentário!

Conte para nós qual situação você vive mais, a de tédio no trabalho, curso, escola ou qualquer outro tipo de atividade que faz, ou a de inquietação e ansiedade?

O que você faz ou vai fazer para melhorar a sua situação?

Não deixe de participar deixando os seus comentários logo abaixo!

45 Comentários


  1. E quando essa ansiedade/agitação/inquietação é decorrente da Hiperatividade? Sou inteligente, porém sou extremamente hiperativa. O déficit da atenção não me faz odiar os estudos, mas não me permite desfrutar deles. É muito angustiante. Isso me deixa deprimida. Ser inteligente porém improdutiva é frustrante e amedronta em relação ao futuro. Parabéns pra pelo blog!

    Responder

  2. Boa noite, muito bom , estou no meio termo, foco uma meta para estudar online e se me canso dou um volat tomo uma água e continuo , tem dado certo .

    Responder

    1. Boa Noite, Ana vi o seu vídeo e achei muito legal, tenho uma dificuldade e gostaria de uma dica sua para tentar melhorar meu nível de concentração isso acontece comigo na sala de aula ou mesmo vendo um vídeo, por mais que esteja focado tenho alguns minutos de pausa… Começo a pensar em outro assunto mesmo ouvindo e ate entendendo o professor ou mesmo um vídeo ai sinto que estou saindo do foco e volto, mas isso acontece com frequência.Teria alguma dica para me ajudar.

      Responder

  3. Olá Ana,
    Estou acompanhando o seu blog e fazendo o mini-curso a uma semana. (Fiz meu primeiro mapa mental e foi em alemão). Estou tentando oportunidades na Alemanha, mas a expectativa por respostas me deixa maluca. Eu sei que quanto mais oportunidades eu tentar, maiores são as minhas chances de conseguir. Mas a ansiedade não tem me deixado concentrar, já fiz inscrição numa vaga que na carta de apresentação deixei o nome do principal concorrente no lugar do nome da empresa. Estou tentando uma vaga específica para fazer a minha dissertação de mestrado lá, mas por causa disso a dissertação que era para ser feita até o final do ano anda parada. A agitação está demais. Tenho pressa de fazer as coisas e elas não tem saído com a rapidez e a qualidade que eu gostaria. Tenho dificuldade de me relaxar ao fazer atividades que me dão prazer por causa da ansiedade e urgência de fazer as inscrições. Tem algum conselho para me dar? Desde já agradeço.

    Responder

    1. Puxa, Thaísa, mapa mental em alemão é demais! Que bacana. Estes momentos de espera e expectativa são difíceis mesmo, o que costuma me ajudar muito é fazer algum tipo de exercício físico, de preferência bem vigoroso, e fazer meditação. Pra quem é iniciante, meditação guiada pode ser uma boa. 😉

      Responder

  4. Olá Ana, bom dia
    Tem uma característica da falta de concentração que eu fico muito intrigado, é o chamado “devaneio deliberado”. Coloquei um conceito proposital, pensando na “prática deliberada”kkkkk. Acontece que muitos alunos do ensino fundamental, médio, graduação e até os pós-graduandos de mestrado e doutorado que, em qualquer prática de aprendizagem, seja na sala de aula, seja em casa estudando, fica “deliberadamente” viajando demais na leitura e no ensino do professor. Essa reflexão, muitas vezes negativa, ultrapassa os limites contidos no próprio processo de aprendizagem. Eu acho que essa prática é extremamente prejudicial porque, automaticamente, o aluno inventa coisas que não foram ditas, acredita em fatos que não aconteceram e que nunca irão acontecer, antecipam realidades que não existem, e refletem sobre informações que simplesmente foram inventadas e não comprovadas no próprio processo de ensino. Isso ocorre demais por falta de uma mente seletiva por parte dos educandos sobre aquilo que está sendo dito ou lido, que a pessoa acaba acreditando que a invenção criada é real. Passa um tempo e vem a frustração, a desmotivação, a infelicidade por causa dos fatos da vida, ou seja, a pessoa “cai na real”, muitas vezes, na hora de uma prova na escola ou em um concurso.
    Gostaria, se fosse possível, que você pudesse fazer uma vídeo aula sobre isso, ou indicasse uma literatura sobre o fato, pois considero o tema muito relevante para os estudantes no Brasil. Além disso, eu vou fazer meu “devaneio deliberado”: creio que este problema atinge mais gente do que as estatísticas conseguem contabilizar, kkkkk.
    Abraços Ana, adoro seu trabalho.

    Responder

    1. Muito interessante a sua observação, George. De fato, tem pessoas que diante de uma informação nova acabam – talvez por excesso de imaginação! – criando um monte de raciocínios e associações divergentes.
      Excelente sugestão para conteúdo, está anotadíssima aqui na minha lista!!
      Abraço.

      Responder

  5. Olá Ana, tudo bem? Acompanho o seu trabalho há alguns meses e essa é a minha primeira mensagem. Gostaria de saber o que você acha da técnica Pomodoro para executar tarefas. Acabo usando também para o estudo e tem me auxiliado bastante. Você tem alguma crítica sobre essa técnica? Recomendaria ela?

    Outra dúvida é seguinte. Você acredita que é possível aprender mesmo tendo que ligar com vários problemas na vida pessoal? São coisas que não podem ser resolvidas no momento, e que fazem com que eu fique na zona de inquietude o tempo todo. Eu faço exercícios regularmente, porém como se trata de dificuldades ligadas a mente e emoção, eles possuem pouca valia. Sei que o ideal seria ter apoio psicológico, mas e quando o momento financeiro não permite isso?

    Obrigado pelos excelentes vídeos que você faz!

    Responder

    1. Oi, Renaldo,
      a Pomodoro é ótima, e é muito parecida com a aprendizagem espaçada, que eu comento neste vídeo:
      http://www.maisaprendizagem.com.br/ma-11-neurociencia-na-pratica-com-a-aprendizagem-espacada/
      Quantos aos problemas, eles podem atrapalhar sim, se tiram demais a sua concentração. Por outro lado, é muito difícil
      achar alguém que não tenha algum tipo de problema em qualquer momento da vida.
      Sugiro que vc tire um tempinho, mesmo que seja pequeno, para cuidar de vc. Pode ser um pouco de exercício físico, uma meditação de 10 a 20 min por dia,
      qualquer coisa que melhore o seu bem estar vai ajudar.
      Abraço!

      Responder

  6. Boa noite Ana!
    Onde estava esse gráfico que não apareceu antes!!?rsrsrsrs….
    Incrível, mas é exatamente o “Conhece-te a ti mesmo”. Se não sabemos do que sofremos não dá para buscar a solução.

    Abraços.

    Responder

    1. Pois é, Fabiano, veja como é importante saber como a gente funciona, não é?
      Abraço

      Responder

  7. Pense cair como uma luva essa aula rsrsrs, estava esta semana em extrema situação de tédio pegava alguma coisa pra estudar mas não como há uma semana atrás , então percebi que foi a falta de exercícios que me deixou nessa zona. Sempre tirava uma hora do dia para me exercitar correr e tudo mais , mas como me acidentei de moto por esses dias os machucados não contribuirão com qualquer atividade física me vi bastante entediado só queria saber de dormir rsrsrsr…
    Então percebo graças a essa maravilhosa aula o fator principal na queda da minha curva do foco, pois na semana anterior ao acidente estava realmente em uma boa concentração. Obrigado!! Prof. Ana

    Responder

    1. Seja bem vindo, Rodrigo! Fico feliz que vc não vai mais ficar se sentindo culpado por algo que é natural do seu organismo! 😉

      Responder

  8. Boa tarde.. tenho sentido muito desânimo p estudar, ouse ja, não tenho conseguido sentar em uma cadeira p estudar, pois começo a me ocupar com afazeres que poderiam esperar meu intervalo de estudo. Com isso sinto-me mais desanimada, triste e extremamente angustiada.. todos os dias acordo com muita dor em meu coração.. Dor essa de tristeza mesmo.. Preciso de ajuda

    Responder

  9. Muito legal essas dicas já sofri muito com ansiedade. Normalmente sou inquieta e quando fico muito agitada largo tudo e vou dançar, assistir um bom filme até relaxar depois retorno aos estudos. Bjs.

    Responder

    1. Obrigado por nos ter contado de uma situação vivida por ti.
      Abraços, Marcelo.

      Responder

  10. Precisava disso, veio em ótima hora. Vamos pôr em prática e parar de procrastinar 🙂

    Responder

  11. Bem interessante essa discussão!

    Já sofri com o excesso de agitação uma vez diante de uma prova importante. Lembro de ter ido muito mal nesse dia exatamente por que em vez de me concentrar nos exercícios, eu me concentrava no pensamento de que aquela prova era muito importante e eu não podia ir mal de jeito nenhum! Rsrsrs

    Em geral, sofro mais com o tédio… Achei interessante a ideia de fazer uns polichinelos para dar uma animada, mas como eu poderia fazer isso no trabalho??? Rsrsrs pensei em subir alguns lances da escada de incêndio de vez em quando… Se alguém tiver alguma outra ideia, será bem vinda! Rsrs

    Responder

    1. Pode fazer em casa…antes de se dirigir ao trabalho…uma ideia…
      Ana, procure também sobre os vídeos que falam da procrastinação e da motivação aqui no nosso blog.
      Abraço, Marcelo.

      Responder

  12. Olá Dra. Ana.
    Primeiramente quero parabenizá-la pelo excelente conteúdo do blog. Em tempos onde a qualidade e a quantidade de assuntos e coisas supérfluas que infestam praticamente todos os meios onde pode-se obter informações, é realmente louvável sua solidariedade em compartilhar dos seu conhecimento e pesquisas.. Mais uma vez parabéns.

    Tomando como base as explicações do vídeo, constatei que minha curva de foco é definida pelo tédio. Me disperso com muita facilidade para outros assuntos sem nenhuma relação com o objeto de estudo, seja pela falta de motivação ou mesmo por achar outros assuntos mais interessante. Ocorre que sou uma pessoa fisicamente ativa, pois prático atividades físicas ao menos 5 vezes por semana! ainda assim devo me exercitar para aumentar minha carga de adrenalina? Isso não pode me levar a fadiga em excesso já que passo 1:30h me exercitando todos os dias?

    Abraços
    Eduardo

    Responder

    1. Legal que vc está participando da discussão que o vídeo está propondo tecendo os seus comentários aqui.
      Eduardo, quanto a sua atividade vc teria que observar se a mesma não lhe força muito e até a possibilidade de ocorrer uma espécie de exaustão…
      Como vc mesmo diz: isso pode te levar a fadiga…e até te conduzir a um desgaste desnecessário.
      Neste caso, já é ruim…podendo se desdobrar em um efeito contrário do que vc busca, né!!
      Pense nisso!!
      Talvez até diminuir um pouco…agora vc é que vai dosar a quantidade de atividade que seja razoável e compatível com a sua necessidade.
      Procure no nosso blog, lá existem outros vídeos que tratam da procrastinação, motivação…
      São informações que acredito eu que só acrescentam e nos ajudam a ir entendendo e superando as reações difíceis com as quais nos deparamos ao longo da nosso percurso.
      Abraço, Marcelo.

      Responder

  13. Normalmente o que me tira a concentração é a inquietação. Devido a problemas tenho dificuldades em disciplinar a mente para focá-la no que preciso. Uso técnica de relaxamento para acalmar os pensamentos. Tem funcionado, mas eu uso as técnicas com frequência. Os problemas não se vão, e estou aprendendo a disciplinar minha mente para executar o que preciso. Disciplina é simples, o que não quer dizer o mesmo que fácil, por isso uso as técnicas com regularidade. Acredito que chegarei lá.
    Raramente sinto tédio, mas quando acontece acho mais fácil, e faço alguns exercícios físicos por no máximo 2 minutos, até acelerar meu corpo.

    Responder

    1. Adriana, os seus relatos compartilhados aqui com certeza ajudarão muita gente a pelos menos começar a pensar sobre si e a poder traçar pontos em comuns.
      Pensando nas suas 2 primeiras frases lembro agora algo que li algum tempo atrás…dizia assim: ” as reações difíceis da vida são para todos nós…agora como cada um vai lidar com isso…como isso vai repercutir, se desdobrar na vida de cada um é que é a grande questão…”
      Para acalmar os pensamentos que muitas vezes aparecem em forma de turbilhão…como vc mesma diz “uso técnica de relaxamento…” – isso já seria uma boa forma de lidar com a questão.
      Como é praticamente impossível esvaziá-los totalmente…como vc diz: ” os problemas não se vão…”
      Ocorre aqui uma espécie de auto vigilância através da disciplina…criação de rotina em torno daquele propósito…
      E por último o uso de atividade física nos ajudará bastante…
      Beleza…é isso mesmo…
      Abraço, Marcelo.

      Responder

  14. O que tira meu foco é falta de energia, cansaço, os afazeres de casa e as crianças.
    Isto me deixa extremamente desmotivada. Não consigo melhorar isso 🙁

    Responder

    1. Luisi, entendo bem o que vc fala.
      Uma coisa que poderia se fazer é ir identificando tais situações que extraem energia da gente.
      Depois seria buscar entendê-las.
      Em seguida seria tentar lidar com essas reações que nos são difíceis de uma outra maneira.
      Tentar mudar o significado que elas tem para vc…
      É um processo que exige esforço, percepção e continuidade…não é fácil…porém vale a pena…
      procurar melhorar isso em prol de se motivar mais…
      Pense nisso!!
      Abraço, Marcelo.

      Responder

  15. Acredito muito na atividade fisica, pois antes eu não fazia nenhuma,,,e a minha concentração era pessima, melhorou muito..após as atividades, ainda preciso melhorar mais
    obgd Regina.

    Responder

    1. …isso é uma outra coisa que ajuda.
      Abraço,
      Marcelo Souza
      Gerente de relacionamento.

      Responder

  16. Minha falta de concentração e foco advém da inquietação por problemas pessoais,familiares,profissionais e conjugais. Para atingir o foco e a concentração eu tenho recorrido a meditação diária por 10 minutos.

    Responder

    1. Olá Rildo!
      Eu pessoalmente acredito muito na meditação. Legal é que você delimitou 10 minutos para cuidar de si.
      Buscar mais o seu centro, interior. Essa ideia de cuidar de si é interessante pois fazendo isso a gente também passa a se relacionar com o outro de uma outra forma.
      Até mais,
      Marcelo

      Responder

  17. Tédio! esse é o meu problema a cerca de uns 6 meses, mas agora vou procurar uma atividade física p fazer antes dos estudos. Obrigada 🙂

    Responder

    1. Acho legal essa ideia de você despertar para fazer uma atividade física.
      Acredito que irá lhe ajudar muito.
      Abraço, Ana.

      Responder

  18. O que mais me atrapalha na hora de estudar são aquelas vozes internas que ficam trazendo à tona pensamentos ruins, aqueles que insistem em nos colocar pra baixo.
    Como técnica, utilizo a hiperventilação e faço um chart.
    Confesso que às vezes só isso não é suficiente.
    Talvez falte eu implementar a meditação.
    Obrigado pelas dicas.

    Responder

  19. Muito bom Ana! O Christian Barbosa ,em um de seus livros, fala sobre esta questão da falta de motivação, um estado de inércia de ficar ensaiando para fazer as coisas. Eu descobri que “lavar louça ” rsrs me ajuda a romper o tédio para começar a colocar as mãos na massa para o que realmente é importante. Se auto-observar é essencial, e estas suas dicas valem ouro!

    Responder

    1. Lavar louça é ótimo, Márcia! 😛
      Não é exatamente o tipo de atividade que me motiva muito… ainda bem que tem gosto pra tudo nessa vida… rsss….

      Responder

  20. O tédio me desmotiva bastante. Infelizmente minha adrenalina está baixa, por ter TDAH fico me perguntando se terei que testar o ponto certo ou que me ajude a manter o foco nos estudos.

    Como estou em semana de prova sei que não poderei testar, mas vou tentar a meditação em minutos que a concentração for zero associado a um café. O café eu tentava e nada, mas a meditação não.

    Sei que não é o momento oportuno mas,
    Admiro muito você Ana e adoro o seu projeto mais aprendizado, parabéns!

    Responder

    1. Tente Ludmila a meditação ela pode lhe ajudar trabalhar a questão justamente da motivação.
      Abraço, Ana.

      Responder

  21. Ana, às vezes , fico inquieta, ora sonolenta! Vou praticar as dicas! Muito obrigada!

    Responder

    1. Marluce, a motivação é o contrário da estagnação.
      É algo que pode brotar e trazer muitos benefícios para cada um de nós.
      Abraço, Ana.

      Responder

  22. Sou de natureza inquieta,isso atrapalha muito nos estudos. Vou usar a dica de fazer alguns minutos de relaxamento antes de iniciar uma seção de estudos.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *