Dificuldades de aprendizagem: uma história de Tony Buzan.

Hoje eu vou falar sobre como você pode lidar com dificuldades específicas de aprendizagem. Só que eu vou fazer isso de uma maneira diferente!

Dificuldades de aprendizagem

Há alguns dias, eu fiz um vídeo de unboxing com vários materiais do Tony Buzan (o criador dos mapas mentais), conforme você pode conferir por aqui.

Eu prometi naquele unboxing que eu comentaria sobre os materiais à medida que eu fosse lendo ou assistindo o conteúdo de cada um deles. E é isso que eu vou fazer: no vídeo de hoje eu vou partir de um conjunto com 3 DVDs do Tony Buzan para explicar sobre dificuldades específicas de aprendizagem que você pode ter.

Master Class Collection - Mapas MentaisTony Buzan’s – Master Class Collection

Esses três DVDs contém uma aula magna – que se trata de uma aula inaugural, geralmente ministrada em cursos superiores ou técnicos, em que uma grande iminência no assunto aborda alguns pontos importantes para dar uma visão geral sobre um tema ou trazer estímulo para as pessoas prosseguirem um curso.

É isso que o Buzan faz: ele, que é uma grande iminência dos mapas mentais, foi para a Austrália falar com um grupo de instrutores de mapas mentais e fez essa aula magna registrada no primeiro DVD da coleção.

No geral, há muitas histórias contadas nesses três DVDs, por isso eu vou comentar sobre o que mais me chamou a atenção em cada um deles – mas vou fazer isso em três vídeos diferentes para não ficar muito extenso.

Você pode assistir ao primeiro vídeo abaixo:

No primeiro DVD, o Tony Buzan conta histórias de quando ele era garoto: época em que ele teve a atenção desviada, pela primeira vez, para a questão de “o que é aprendizagem”. Porém, essa não é a historia mais interessante desse DVD…

O Q.I. mais baixo de toda a escola

Quando o Buzan já era adulto, ele foi contratado para ser tutor de uma adolescente que tinha uma dificuldade de aprendizagem gigantesca! A escola dessa garota tinha o costume de medir o Q.I. dos alunos e ela era conhecida por ter o Q.I. mais baixo de toda a história da escola.

Por causa disso, essa adolescente convivia com a questão de ter o pior Q.I. de todos e passou a se acostumar em ter resultados ruins, mesmo que ela sempre se empenhasse em avançar nos estudos.

O Tony Buzan, por sua vez, se espantou com essa situação, afinal a menina parecia ser muito esperta. E aí começaram alguns testes:

1 – A adolescente tinha uma prova para fazer e o Buzan começou a explicar o assunto para ela. Ele viu que a menina entendia o assunto e que ela estava bem preparada. Então, a menina foi fazer a prova, mas ao voltar, o resultado da prova foi péssimo: ela tirou zero.

2 – Na segunda tentativa, após explicar o assunto novamente para a garota e ver que ela estava aprendendo muito bem, ela fez uma nova prova, mas tirou uma nota baixíssima novamente. Com isso, o Tony começou a ficar encucado com a situação. A adolescente mostrava que sabia a matéria, mas, no momento da prova, não conseguia fazê-la corretamente.

3 – Certo dia, ela trouxe uma redação com uma nota muito baixa e o Buzan pediu que ela lesse para ele. A redação que lhe pareceu bastante razoável, mas, quando ele pegou o papel onde a redação estava escrita, ele viu, ali, uma língua que ele não conhecia. O texto não estava em inglês… só que a garota conseguia ler a redação inteira naquela língua desconhecida.

No fim, ele descobriu que essa menina não tinha sido alfabetizada direito, mas que ela era tão inteligente que acabou criando uma linguagem própria que só ela entendia. Então, se ela escrevia em uma linguagem como aquela, o professor certamente não entendia nada e dava nota zero na redação.

Então, ao perceber isso, o Tony começou a alfabetizar essa adolescente com o inglês correto e, a partir daí, ela passou a ter uma vida escolar sem mais problemas e tirar notas boas. Hoje em dia, ela é uma adulta formada e com uma vida completamente normal.

Dificuldades de aprendizagem: Como melhorá-las?

Eu achei essa história CHOCANTE por causa da incapacidade do sistema de ensino de verificar o que realmente estava acontecendo com aquela menina. É uma grande maldade “carimbar” um adolescente com um Q.I. baixo – até porque a gente sabe que os testes de Q.I. possuem muitas limitações. Hoje em dia, as escolas não fazem mais isso, mas, naquela época, acreditava-se nisso de uma maneira muito cega.

Mas, como eu falei no começo do vídeo, uma coisa que eu queria discutir em relação a essa historia é sobre as dificuldades para aprendizagem.

Muitas vezes, uma dificuldade específica que você possa ter, não está naquela matéria que você está estudando, mas sim em outro lugar. Um exemplo muito comum é matemática: uma matéria em que se precisa saber os fundamentos.

Se você não conhece os fundamentos da matemática, você não consegue avançar. Logo, você pode achar que não consegue entender álgebra, quando, na verdade, está faltando algo em aritmética que você não aprendeu adequadamente.

E isso pode acontecer em várias matérias! Eu tenho o exemplo de um amigo que, ao entrar na faculdade de Ciências da Computação, passou a ter uma grande dificuldade de aprendizagem. Ele não sabia quase nada sobre computadores (naquela época, computadores não eram tão comuns como hoje em dia), sendo que os demais estudantes que entraram no curso com ele já sabiam alguma coisa.

A solução que ele encontrou foi ler alguns livros para técnicos, porque era o tipo de livro que o nível de conhecimento dele conseguia entender. Dessa forma, ele conseguiu aprender os conteúdos necessários para conseguir acompanhar as matérias da universidade.

Então essa é uma dica quentíssima: não tenha vergonha de dar um passo para trás para ver em que parte está faltando o conhecimento necessário para você aprender a próxima coisa.

Isso é muito comum: ter dificuldade em outro lugar, mas achar que a dificuldade está no material que você está aprendendo naquele momento. É a chamada “falta de base”: falta uma base ou um pilar para você conseguir entender um determinado conteúdo. E, se não tiver esse pilar, você não vai conseguir entender muita coisa por maior que seja o seu esforço e sua boa vontade.

Dificuldades específicas de aprendizagem na universidade

Não fique com vergonha caso você esteja na universidade e não entenda uma determinada matéria. Se este é o seu caso, você pode estudar com seus livros de segundo grau que tratem sobre o mesmo assunto (em um nível um pouco abaixo) e tentar enxergar alguma coisa que você deixou escapar.

Ou então, no caso de um livro que o professor indicou e que você não entende porque ele tem uma linguagem difícil, tente outros livros que tenham uma linguagem mais acessível.  E então, a partir deles, pode ser que você consiga subsídios para passar a entender aquilo que você não estava entendendo antes.

Essa é a minha dica de hoje baseada no primeiro DVD da aula magna do Tony Buzan. No próximo vídeo, eu vou falar sobre o conteúdo do segundo DVD e dar uma super dica sobre MEMÓRIA. Fique ligado!

Se você gostou, não deixe de comentar abaixo sobre qual é o tipo de dificuldade que você enfrenta hoje e que você acha que pode estar em outro lugar. Eu leio todos os comentários!

30 Comentários


  1. Professora, inicialmente parabéns pela maneira como você transmite assuntos tão importantes!
    Neste tópico em particular, acredito que seja uma lição de vida tais ensinamentos. A humildade é uma virtude. Aquele que a possui e aceita dar “um passo para trás” no processo de aprendizagem, ao estudar um assunto que teoricamente já foi concluído, se faz merecedor dos benefícios que tal prática proporciona. Tenho convicção de que podemos estender esta prática para outras áreas: trabalho, habilidades esportivas, relacionamentos, etc. Nada se edifica bem e assim permanece sem um alicerce condizente.
    Alegra, e muito, o meu coração, encontrar pessoas com propósitos como o seu! Que Deus continue iluminando o teu caminho!

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    1. É isso mesmo, Cezar. Ninguém pode ter vergonha de voltar um pouquinho no processo da aprendizagem para aprender melhor e de maneira eficaz. O mundo não deveria tratar a aprendizagem como igual para todos, cada um tem sua forma de aprender. Que bom que gostou da postagem, obrigada pelo seu comentário!

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  2. Olá Ana!
    Me identifiquei muito com esse artigo. Eu me matriculei na graduação de farmácia esse ano, e vários dos conteúdos de biologia e química são do ensino médio. Como eu já acabei o ensino médio há 10 anos, não me recordo de quase nada!
    Resolvi pegar as apostilas de uma amiga e estudar “por conta”, já que os professores não voltam com a matéria.
    Meu problema maior está sendo questão tempo, porque trabalho o dia todo e vou para a faculdade a noite. Gostaria de me dedicar muito mais, porém meu maior tempo para estudar é somente no final de semana.

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    1. Opa, Celina, parabéns, vc é uma guerreira! Sempre admirei aquelas pessoas que conseguem conciliar estudo e trabalho.
      A questão às vezes nem é recordar, a questão é que os conteúdos da escola mudaram (a aumentaram) muito nos últimos anos… Este é um desafio a mais para quem ficou um tempo sem estudar. Mas continue firme, uma hora as coisas começam a se encaixar. 😉

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  3. bom. No texto e no vídeo, fala sobre “base” ou melhor… “falta de base”, a questão é! como recuperar essa base? Hoje na faculdade de engenharia já consigo identificar que minha deficiência é a falta de uma boa base. a questão é como recuperar esse tempo perdido? é possível apreender matemática com mapas mentais? como o curso “estudante produtivo” pode me ajudar?

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    1. Para recuperar a base você precisa voltar lá, Alexandre. Especificamente em matemática, vc pode usar a academia khan, ou então fazer um curso kumon, se tiver na sua cidade. As vezes, ao ouvir isso a pessoa pensa, “ah, não tenho tempo”. Mas acontece o seguinte: se vc não investir este tempo em recuperar a base, vc vai continuar desperdiçando muito mais tempo tentando aprender algo para o qual vc não está preparado. O caso da menina que eu falo vídeo mostra isso. Ela estava atrasadíssima, poderia dizer “eu não tenho tempo de aprender a ler, preciso estudar para as provas”. Acontece que ao aprender a ler, ela se recuperou e construiu uma vida normal.
      Sim, é possível aprender matemática com mapas mentais, e é ótimo, porque eles são uma ferramenta de raciocínio.
      No seu caso, o estudante produtivo pode te ajudar de duas maneiras: otimizando o seu tempo de estudo, para que vc encontre o tempo necessário para estudar a base, e aumentando a sua motivação para não desistir do seu projeto de “recuperação” no meio do caminho.
      Abraço,
      Ana

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  4. Querida Ana Lopes. Fiquei feliz ao ler essa página.
    Sempre fui considerado mediano na escola e isso foi levado para a faculdade. Muitas dificuldades passei sem saber que a culpa não era minha.
    Eu aprendo de maneira diferente do comum por que não tive “base”. Fui muito prejudicado por isso, mas hoje entendo que tenho deficit de atenção e preciso ter o dobro de trabalho para entender aquilo que as pessoas entendem normalmente. E isso também me fez entender um assunto mesmo antes de ser entendido pela maioria…Então eu não sou tão burro como cresci ouvindo…
    Parabéns pelo seu empenho!! Obrigado pela sua dedicação sobre esse assunto. Abraço.

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  5. O meu problema sempre foi, ir por atalhos, por isso esqueço aquilo que aprendi.

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  6. OI ANA,
    GOSTEI MUITO DAS SUAS DICAS E ORIENTAÇÕES.

    ESTOU BUSCANDO APRENDER MAPA MENTAL PARA ME AJUDAR
    A FAZER PEQUENOS VÍDEOS E OUTRAS ELABORAÇÕES QUE ME
    AUXILIEM NA VENDA DO MEU ARTESANATO ONLINE.
    ME INDICARAM O MAINDMEISTER GRATUITO MAS É TODO EM
    INGLÊS E DIFICULTA MUITO O ENTENDIMENTO E, OBVIAMENTE,
    A PRÁTICA. SERÁ QUE
    POSSO CONSEGUIR UMA VERSÃO EM
    PORTUGUÊS ?????
    ABÇÇÇÇÇ
    REGINA

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    1. Oi, Regina, infelizmente, não sei se o Mindmeister tem versão em português.

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  7. Eu realmente estou sentido a memória cansada e com dificuldade de gravar tudo o que eu leio, nomes dos personagens e visibilidade de penetrar na história e viver o expresso.

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    1. O cansaço físico ou emocional pode afetar bastante a capacidade de memorização, Zuleide.

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  8. Excelente matéria!! Parabéns… “É necessário dar um passo atrás para ganhar impulso pra prosseguir…” Obrigada por compartilhar.

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  9. Ana, estou tendo dificuldades em gravar o nome das pessoas e mais recentemente estou esquecendo as palavras. Como posso fazer para melhorar a minha memória?

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    1. No próximo vídeo vou falar justamente de memória, Cristiano. Memória é essencialmente uma questão de treino. Pode também ser afetada por cansaço, stress ou até alguns medicamentos.
      O que vc pode fazer é aprender alguma técnica de memória é treinar com ela. Por exemplo, temos aqui no blog o Palácio da Memória, dê uma olhadinha no vídeo: http://www.maisaprendizagem.com.br/palacio-da-memoria/

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  10. Oi, Ana! Excelente matéria! Eu tenho muita dificuldade em interpretação de texto. Já tranquei curso em duas faculdades por não ir bem nas provas e não entender o porque isso acontece já que na aula “aparentemente” eu entendo o que está sendo explicado.
    Mas, a dificuldade não foi só na faculdade, atualmente faço um curso de Libras e depois de um mês de curso tive a primeira avaliação e fui a única a tirar nota baixa.
    Esses resultados ruins são desanimadores e espero encontrar motivação com as videoaulas do Mais Aprendizagem.

    Abraço,

    Valéria Souza

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  11. Tenho dificuldade em matemática, porém administro esse ponto fraco, já ocorreu na faculdade de ir para recuperação tive que recorrer a livro do fundamental para revisar ter base no assunto antes da prova final.

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  12. A um bom tempo atrás utilizei e ainda utilizo o mapa mental para estudos e anotações importantes. Resolvi passar isso para meus filhos. Meu filho mais novo, que sempre tira notas mais altas, e é considerado um excelente aluno, não consegue entender como criar uma mapa mental. O outro filho, não menosprezando, um aluno que tira notas mais baixas com 60 a 70% da média conseguiu entender a utilização dos mapas mentais. Observando isso como poderei ajuda-los a melhorar sempre?

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    1. Tem que ver a idade do seu filho mais novo, Mario. O ideal é estar com pelo menos uns 10 anos. Outra coisa que pode estar acontecendo é o seguinte: como ele é bom aluno, ele pode estar inconscientemente rejeitando um método novo, já que o atual resolve as coisas para ele. Vc pode tentar fazer perguntas sobre o tema para ele ir preenchendo o mapa com as respostas, assim vc vai induzindo e aumentando a compreensão dele sobre a relação entre o mapa e o que ele estuda.
      Abraço

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  13. Oi Ana! sempre um prazer comentar seus conteúdo.

    Bem, eu sou arquiteta e estou fazendo mestrado em engenharia. Minha grade curricular da graduação não envolveu cálculo, e de repente eu me deparo com uma disciplina obrigatória que nada mais é que um review de cálculo I e II. Nooossa, até para multiplicar 2 x 2 eu digitava na calculadora (kkk) de tanta insegurança. Eu tinha um mês para fazer uma prova e confesso que no início foi bem desesperador olhar os conteúdos e principalmente dois deles: derivadas e integrais. =O
    Resultado, primeiramente fui atrás de livros de 3º grau que me fizeram ir atrás dos de 2º e que não estavam sendo muito eficientes no meu caso.
    Foi então que comecei a estudar no youtube e com a ajuda de uma amiga.
    Eu amo livros, inclusive sou taxada por meus amigos desde a faculdade, de “Matilda” em referência a um filme da década de 90. Mas apesar disso, os vídeos foram melhor NESTE caso, pois eu tinha a sensação de estar recebendo uma explicação de alguém, e não a sensação de tendo que entender sozinha com a leitura do livro.
    Isso não quer dizer que um é melhor em relação ao outro, longe disso. Apenas me pareceu ser um exemplo desse contexto que você apresentou, onde tive que dar um passo atrás e buscar diversos recursos para ver o melhor para aquela situação.
    E para finalizar, consegui tirar 9,5 na prova kkkk nem eu mesma acreditei quando vi =D

    É isso aí, parabéns pelo trabalho e até a próxima!

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    1. É isso aí, Andrezza, o importante é o que funciona para nós. O vídeo é mais rico mesmo neste sentido, de ter um jeitão de aula e uma linguagem mais informal. Em cálculo a parte visual é importante, vc fez uma ótima escolha! E parabéns pela dedicação e pela nota! 😀

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  14. Pois é, Ana, é bem o meu caso. Agora que decidi que estou velha demais pra choramingar que matemática é muito difícil (snif, snif, buáá) cheguei à mesma conclusão, de que devo que engolir o orgulho e voltar pro 2 + 2. Passada a vergonha inicial, tenho que confessar que está sendo muito gratificante ver os acertos acumulando!
    Não vou virar engenheira, mas a contabilidade básica já estará garantida!
    É sempre bom ouvir de alguém que sabe do assunto assegurar que voltar ao básico não significa necessariamente um atraso na vida.
    Parabéns pelos vídeos!

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    1. Opa, Marina, que bom que vc encarou o desafio. Atraso de vida é a pessoa desistir de aprender porque tem vergonha de voltar ao básico. Mesmo atletas de elite praticam os fundamentos, porque a gente não pode fazer o mesmo na área acadêmica? Abraço e parabéns!

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  15. Obrigado Ana! Tenho certeza que a falta de base do colegial, estão me trazendo as dificuldades no presente! Estou preocupado, pois o tempo para mim, parece curto para tudo que preciso aprender! Cálculos diferenciais, integrais e derivadas, logaritmos, exponenciais, geometria plana, é muito mais, que são matérias do colegial, que não tive estão sendo cruciais agora! Vou começar hoje mesmo a ler livros do segundo grau, buscar a base que me falta! Espero que essa empreitada alucinante me ajude! Obrigado pela dica! Veio de encontro com meu propósito! Me avisa por favor quando estiver pronto o segundo DVD, sim? Obrigado AMIGA!

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    1. Opa, IRIS, que legal que vc se inspirou! Para receber os avisos, vc precisa estar na nossa lista de emails, é só se inscrever no topo da página se já não estiver nela. Abraço.

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  16. É bastante interessante. Faço duas faculdades: Pedagogia e Letras e percebo como tudo isso é verdade mesmo, às vezes um conteúdo que não foi aprendido nas séries finais do ensino fundamental, por exemplo, ou no ensino médio, para quem fez cursos técnicos, deixa um “oco” no presente. Amei a dica. Eu percebo que falta alguma coisa para mim em inglês.
    Um abraço.

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  17. Olá, Ana tudo bem?!
    Você como sempre nos surpreende. Sempre trazendo novidades fantásticas.
    Acredito que todos nós temos dificuldades em alguma coisa. Aprendizagem é prá vida toda.
    Sou sempre grato pela suas grandes dicas.

    Abçe e parabéns pelo excelente trabalho que desenvolve.

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  18. Ótimo vídeo Ana, eu sigo esse princípio mesmo. Procuro o que há de errado na base do conhecimento que me impede de avançar no conhecimento.

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